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Meu Encontro com a Arquitetura

  • há 5 dias
  • 2 min de leitura

Antes de me apaixonar pela arquitetura, me apaixonei pelo mundo.

Minha trajetória passou por diferentes lugares, experiências e desafios que moldaram meu olhar e me trouxeram até aqui. Hoje percebo que cada passo dessa jornada contribuiu para a arquiteta que irei me tornar.


Close-up view of a serene landscape with a winding path
Colagem Autoral - Ewelyn Souza

A dança foi meu primeiro grande amor.


Como dançarina de salão, aprendi sobre ritmo, movimento, disciplina e expressão. Foi a dança que me abriu as portas do mundo. Ela me levou a trabalhar em navios, conhecer diferentes países, culturas e pessoas. Viajei por lugares que jamais imaginei conhecer e descobri que cada cidade tem sua própria identidade, suas histórias e sua forma única de ocupar o espaço.


Naquela época eu ainda não sabia, mas já estava aprendendo a observar a arquitetura.


Enquanto muitos registravam os destinos pelas paisagens ou pelos pontos turísticos, eu me encantava pelas ruas, pelos edifícios, pelas praças e pela forma como as pessoas viviam aqueles lugares. Cada viagem ampliava meu olhar e despertava novas perguntas sobre a relação entre cidade, cultura e território.


Mais tarde, minha trajetória seguiu por outro caminho: o mercado imobiliário.


Foi nesse universo que construí minha carreira, ajudando pessoas a realizarem sonhos e acompanhando de perto o crescimento de cidades e empreendimentos. Ao longo dos anos, percebi que meu interesse ia além da comercialização dos espaços. Eu queria entender como eles eram pensados, planejados e transformados.


Foi assim que encontrei a arquitetura.


Não como uma mudança repentina, mas como a continuidade de tudo o que vivi até aqui.

A dança me ensinou a perceber movimentos. As viagens me ensinaram a observar o mundo. O mercado imobiliário me ensinou a compreender o valor dos territórios. E a arquitetura reuniu todas essas experiências em uma única profissão.


Durante a graduação, descobri uma arquitetura que vai além das edificações. Uma arquitetura que dialoga com a cultura, com a natureza, com a memória e com as pessoas. Foi nesse processo que encontrei temas que hoje me inspiram profundamente, como o urbanismo, a agroecologia, os povos originários e a construção de espaços mais humanos e sustentáveis.


Hoje, ao olhar para trás, percebo que a arquitetura não foi apenas uma escolha profissional. Ela foi o resultado de uma trajetória construída por diferentes experiências, encontros e aprendizados.


Este blog nasce para compartilhar esse olhar.

Um olhar que começou na dança, atravessou oceanos, percorreu cidades ao redor do mundo e encontrou na arquitetura uma forma de compreender, interpretar e transformar os lugares.

Seja bem-vindo ao meu mundo. Ou melhor, ao meu olhar.



 
 
 

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Olá, que bom ver você por aqui!

Boa Leitura!

Seja bem-vindo(a) e sinta-se à vontade para explorar essa jornada comigo.

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